sábado, 11 de setembro de 2010

No príncipio das coisas 1ª Parte.

Hoje iniciamos um blog para aqueles que querem discutir sobre fé. Mas não unicamente a fé. Mas sim fé embasada. A fé que faz a diferença e que remove montanhas. A fé inteligente. A fé que não falha. E a fé que não está ligada e nenhum templo, denominação ou corrente de religião.
Mas uma ligada sim, a uma força espiritual existente e sustentada na ciência e no conhecimento.
Os hackers de computador tem uma frase que acho que é realmente uma verdade: "Conhecimento não é crime". De fato, conhecimento por si só não é crime. Os frutos desse conhecimento podem ser crime ou não. Podem ser bons ou mal, depende do uso que se faz desse conhecimento. Mas o conhecimento é inócuo se não for usado, e dessa forma não é bom nem mal.
Mas qual é a fonte do conhecimento?
Conhecimento nunca vem de dentro fora, mas de fora pra dentro. Ou seja, as coisas funcionam de uma forma e só sabemos como é esse funcionamento, se nos dedicamos a aprender esse funcionamento, e sendo detentor desse conhecimento, decidirmos o que fazer com ele ou não.
E onde começou tudo isso?
Começa na fundação do Universo.
Diz a tradição que, antes de surgir qualquer coisa no Universo, já havia um Deus que era perfeito em tudo: em poder e gloria. O Deus Eterno então decidiu criar todos os átomos, estrelas, galáxias
em altíssima abundância e as espalhou sobre todo o espaço. Em seguida o Eterno criou guardiães e mensageiros para cuidarem da obra inicial dEle. Foi assim que os Anjos, os primeiros filhos de Deus, começaram a habitar os espaços celestiais. Para cada região do Universo, uma legião de anjos cuidam com todo o cuidado daquilo que lhes foi confiado.
Segundo ainda a tradição, um anjo especialissímo foi eleito pelo Eterno para ser o cuidador de algo de imensa importancia. Ele seria o Portador da Luz e do Conhecimento. A esse anjo, ou criatura espiritual ou filho de Deus, o Eterno concedeu um nome de honra: Lúcifer: o anjo portador da Luz e do conhecimento. Por sua missão de importância elevada, e por sua natureza orgulhosa e resplandecente, o Portador da Luz começou a acreditar ser mais importante que o Pai das Luzes (o Eterno). E isso o fez se tornar presunçoso e arrogante. O Eterno, apercebendo-se da ameaça a ordem e a estabilidade do Universo criado com amor e organização, reservou um espaço da sua criação onde Ele, o Eterno cobriu de trevas e imensa escuridão. Nesse espaço, o Eterno criaria uma região onde seu objetivo estivesse protegido. Nenhum dos filhos de Deus argumentavam com Eterno sobre seus planos. Até que um dia, o Portador da Luz, quebrou o protocolo e foi argumentar com o Eterno, os motivos pelos quais, ele , o Portador da Luz e do Conhecimento não poderia gozar de maiores privilegios entre as criaturas, criações e seres espirituais. Sabendo do perigo de conceder privilégios imerecidos, o Eterno respondeu a esse filho rebede que tudo o que ele necessitava para cumprir a sua missão já lhe havia sido concedido, e que com o tempo ele aprenderia os motivos do Criador e se elevaria ainda mais em conhecimento. O filho rebelde então, exigiu saber por que o Criador estava fazendo algo oculto dos seus demais filhos, e por que Ele, o Portador da Luz e do Conhecimento estava afastado dos planos do Criador. Esse tipo de sentimento começou a fermentar no coração do Portador das Luzes e isso o fez espalhar essa duvida entre seus irmãos espirituais.
Tanto que muitos começaram a questionar as intenções do próprio Pai.
A rebelião celestial criou tamanha discidencia, que ao Eterno não coube outra opção senão, separar aqueles que confiavam nos propositos divinos e permanecerem fiéis daqueles que não depositavam mais fé naquele que os havia criado. Segundo a tradição, um terço dos filhos celestiais de Deus optaram por ficar ao lado do portador da Luz e os demais ficaram ao lado do Criador. A punição dada a Lucifer e seus seguidores foi serem decaídos da Graça. Esses filhos de Deus, não poderiam fazer aquilo que foram criados para cumprir que é serem testemunhas do plano do Eterno, cuidadores exemplares daquilo que lhes foi confiado e por fim, estavam impedidos de prestar louvor e adoração ao Eterno. No entanto, pela bondade infinita de Deus, esses filhos ainda poderiam conversar com o próprio Criador e ainda poderiam aprender da fonte infinita.
Em seguida, ainda segundo a tradição, o Eterno se dirigiu para região de trevas e escuridão, e com todo o seu poder moveu seus braços para essa região, moveu-se calmamente ao lado dos seus filhos e subitamente disse: Que haja Luz!!!
E houve a luz, e viu Deus que a luz era boa. E assim o Eterno criou as bases do sistema solar e do planeta que habitamos. O Céu e a Terra, onde Deus tudo criou no principio das coisas, para os seus propósitos. Aí começou o início da história da Criação do céu e da terra, dos seres vivos como narra tão bem o Gênesis na Bíblia.

2 comentários:

  1. A fé nos faz viver...
    É o sentido da vida, que nos faz ser melhor, ter sonhos, amar a vida e ao próximo.
    A vida nos coloca obstáculos sem fé e sem acreditar que existe um ser maior iluminado que criou tudo isso ficaria vago.
    Precisamos ter sabedoria e focar no bem, tenho muito que aprender, porém...nunca é tarde.
    PARABÉNS...SUAS PALAVRAS ME FAZEM TER AINDA MAIS FÉ

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